Juros menores no cartão? Governo busca soluções para taxas amigáveis!


O cartão de crédito pode passar de aliado a inimigo dos brasileiros de um dia por outro, uma das principais causas disso são as taxas de juros altas, presentes em todas as instituições financeiras.

Recentemente, o Governo brasileiro anunciou, por meio do Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que pretende adotar medidas que ajudem na diminuição das taxas de juros dos cartões de crédito, que atualmente estão não apenas altas, mas sim “estratosféricas”, segundo Haddad.

O intuito principal da ação, que visa diminuir os juros rotativos dos cartões de crédito, é ajudar as famílias brasileiras endividadas.

No caso do cartão de crédito, sobretudo do juro rotativo, é uma exorbitância que precisa ser corrigida”, relatou o Ministro da Fazenda.

Governo estuda medidas para diminuição dos juros do cartão de crédito

Segundo o divulgado recentemente, o governo deve lançar em breve cerca de 12 medidas sobre crédito, de maneira geral, que devem afetar não só as taxas dos cartões, mas também outros serviços financeiros disponibilizados pelos bancos.

Isso vai desde aval para PPPs, que são grandes investimentos em infraestrutura, passando por debêntures que não pagam imposto de renda e até garantias que são dadas no sistema de crédito para baixar o chamado spread, que é quanto o juro cobrado a mais do que ele paga de captação”, contou Haddad.

Sobre o rotativo do cartão

Já sobre o rotativo do cartão de crédito especificamente, existe um Projeto de Lei (2685/2022) criado com o intuito de ajudar as famílias endividadas, por meio da diminuição dos juros rotativos.

Com autoria do líder do União Brasil na Câmara, deputado Elmar Nascimento, o projeto propõe um teto máximo de 8% ao mês para o crédito rotativo, porcentagem muito menor que a cobrada atualmente pelos bancos.

No momento, o PL encontra-se na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados. Caso seja aceito tanto lá quanto na Comissão de Constituição e Justiça, deve ir diretamente para análise do Senado.

Fonte: capitalist

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