Os pesquisadores descobriram que a durabilidade da argamassa utilizada pelos romanos, por exemplo, no Panteão, construído em 126 d.C., se deve a uma fórmula à base de cal viva, que permite que o “concreto” se autorepare, revela um estudo publicado na revista Science Advances.
Uma análise profunda das amostras de “concreto” de dois mil anos coletadas de uma muralha no sítio arqueológico de Privernum revelou elementos minerais de cor branca brilhante, conhecidos como clastos de cal.
Além disso, os pesquisadores determinaram que estes fragmentos brancos representavam diversas formas de carbonato de cálcio, que se converte em cal ao ser misturado com água.
Neste processo de mescla quente, os fragmentos de rocha calcária desenvolvem características que permitem que a argamassa repare as rachaduras por si própria.
A descoberta pode ajudar a elevar a vida útil e o desenvolvimento de tipos de concreto mais leves, reduzindo o impacto ambiental de sua produção.
Fonte: sputniknewsbrasil







