“Há muita espionagem por parte dos ocidentais aqui, assim como muitos agentes de inteligência e pessoas que nos monitoram. Ao mesmo tempo, a histeria de espionagem contra o nosso país continua. Periodicamente surgem notícias de que determinados países insistem na expulsão dos nossos diplomatas”, declarou.
Segundo Polyansky, ninguém na Europa parece se preocupar atualmente com a contradição dessa situação.
“Por um lado, todos falam sobre a necessidade de retomar o diálogo, mas, por outro, o diálogo deve ser conduzido antes de tudo por diplomatas, e são justamente os diplomatas que tentam expulsar. Então quem irá restabelecer esse diálogo?“, questionou o diplomata.
Na última semana, o eurodeputado Fernand Kartheiser disse à Sputnik que a União Europeia (UE), diante do fracasso de sua política em relação à Rússia, reforça a retórica agressiva para “salvar a face”.
Kartheiser destacou que as tentativas de isolar a Rússia só levaram à autoexclusão da UE de importantes processos diplomáticos.
“Em tais condições [de uma política fracassada em relação à Rússia], as pessoas tendem a se tornar ainda mais agressivas para manter sua autoridade diante do fracasso”, ressaltou. No entanto, ele salientou que esse comportamento pode mudar rapidamente se os principais líderes da UE alterarem sua posição em relação à Rússia.
Fonte: sputniknewsbrasil








