EUA estão negociando secretamente abertura de novas bases militares na Groenlândia, informa mídia


Segundo a mídia ocidental, os Estados Unidos estão em constante contato com as autoridades dinamarquesas mantendo discussões sobre a expansão de sua presença militar na Groenlândia, e essas negociações avançaram nos últimos meses.

“Autoridades norte-americanas estão tentando abrir três novas bases no sul do território, uma parte semiautônoma da Dinamarca, como parte dos esforços para resolver a crise diplomática desencadeada pela ameaça do presidente Donald Trump de tomar a Groenlândia pela força“, lê-se no material publicado.

Segundo uma fonte familiarizada com as negociações, as autoridades norte-americanas propuseram uma opção na qual três novas bases militares seriam oficialmente reconhecidas como território soberano dos Estados Unidos.
Conforme a mídia, ainda não há um acordo final entre os países, e o número e a localização das bases podem mudar. No entanto, de acordo com analistas, a localização das novas bases militares dos EUA será ligada à infraestrutura de transporte que já existe na ilha, pois a construção de completamente novas instalações seria muito cara.
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“Durante as negociações, as autoridades norte-americanas não discutiram a possibilidade de estabelecer controle sobre a Groenlândia de forma alguma, o que foi publicamente rejeitado pela Dinamarca e pela aliança militar da OTAN, da qual é membro“, diz-se no texto.

Nota-se que a abertura de novas bases militares está ligada à crescente preocupação das autoridades norte-americanas sobre a suposta atividade da Rússia e da China na região do Atlântico Norte.
Anteriormente, em um comunicado conjunto, a Rússia e a China observaram que defendem a preservação da paz e da estabilidade no Ártico e a prevenção da tensão militar e política na região.
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, observou anteriormente que no norte da Eurásia estão sendo registradas tentativas de militarizar o Ártico e busca de pretextos para incorporar a infraestrutura da OTAN na região.
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Fonte: sputniknewsbrasil

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