Helmut Marko, assessor da Red Bull, manifestou sua preocupação com as novas regulamentações de motor que serão implantadas em 2026 na Fórmula 1. As regras determinam que, a partir de 2026, metade dos motores da F1 deverá ser alimentada eletricamente, o que exigirá a incorporação de uma bateria de grande porte.
Marko expressou que esse mega-bateria não apenas acrescenta um peso significativo aos carros, como também pode prejudicar a competitividade das corridas. Baseado em simulações internas, ele sugere que com tamanha bateria, os carros poderiam encontrar melhores tempos de volta simplesmente reduzindo marchas em retas ao invés de acelerar.
O austríaco também levantou preocupações sobre a segurança dos pilotos, argumentando que o peso adicional das baterias pode aumentar os riscos em caso de acidentes. Ele mencionou o acidente de Max Verstappen em Silverstone, em 2021, como um exemplo de como as coisas poderiam ter sido diferentes com um carro mais pesado. Marko propõe uma redistribuição: 40% de alimentação por motores híbridos e 60% por motores de combustão.
Ainda que a Red Bull tenha destacado avanços em seu próprio desenvolvimento de motores, Marko sente-se desapontado com a falta de apoio de equipes como Mercedes e Ferrari em relação às preocupações levantadas. Ele comentou, de forma jocosa, sobre Fred Vasseur, insinuando que ele estaria mais alinhado às opiniões de Toto Wolff, da Mercedes.
Fonte: f1mania






