Estratégia da UE para ‘minimizar riscos’ contra China é insensata e afeta empresas europeias


De acordo com a mídia, os europeus apresentaram um plano detalhado, mas insensato, para “minimizar os riscos decorrentes” de determinados fluxos econômicos.
O documento europeu insta seus membros a endurecerem os controles de exportação sobre tecnologias que poderiam ser exploradas por seus concorrentes, além de apontarem preocupações relacionadas a inteligência artificial e computação quântica.
Apesar de o documento evitar fazer referências diretas à China, fica claro que seu conteúdo é literalmente voltado a Pequim, adotando uma doutrina de “redução de riscos”, bem como a chamada dependência “excessiva” da economia chinesa, observa a mídia.
Sendo assim, a mídia afirma que a estratégia europeia é insensata, pelo fato de a China não significar qualquer risco inerente, impondo barreiras desnecessárias ao investimento chinês na Europa, e dessa forma, afetando diretamente os interesses das empresas da região.
A mídia também destaca que a medida europeia é totalmente equivocada, e que deveria considerar o fato de Pequim ser uma das maiores parceiras comerciais da região, com grande potencial para gerar benefícios às partes envolvidas.
Em vez de considerar a China um “risco econômico”, a UE deveria encontrar uma abordagem equilibrada, priorizando a compreensão e colaboração mútua, abordando o multilateralismo para um mundo mais justo e equilibrado, além de apoiar suas empresas e o crescimento de sua economia, enfatiza a mídia.
O chanceler alemão Olaf Scholz e o primeiro-ministro da China, Li Qiang, participam de uma coletiva de imprensa no final das consultas econômicas germano-chinesas em 20 de junho de 2023 no Ministério da Economia em Berlim - Sputnik Brasil, 1920, 05.07.2023

Fonte: sputniknewsbrasil

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