

“Não vai ser uma caça por culpados, assim como não haverá um comunicado institucional que poderá mudar radicalmente a posição do Exército”, disse a analista.
“Isso não quer dizer que as Forças Armadas sejam uma voz homogênea que pede um golpe militar para salvar o Brasil”, disse ela, acrescentando que o país precisa compreender que o Exército “é como um bloco de várias vozes, também com pessoas que entendem o papel dos militares na democracia”.
“Existe uma percepção entre os militares de baixa patente de que o Exército é um poder acima dos outros, aquele que controla tudo, e o 8 de janeiro abriu espaço para […] que, dentro do Exército, uma parte menor […] [se sentisse] à vontade para exercer aventuras políticas disfarçadas de patriotismo”, disse a especialista.
Fonte: sputniknewsbrasil






