A Petrobras tem segurado possíveis reajustes nos preços dos combustíveis apesar da escalada da cotação do barril de petróleo. Um relatório sobre o assunto foi divulgado pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).
A defasagem no preço médio da gasolina vendida nas refinarias da estatal em comparação com os preços internacionais chegou a 24% nesta sexta-feira (28).
Já o óleo diesel está 21% abaixo, de acordo com o relatório da Abicom.
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Nas últimas semanas, o mundo tem assistido uma elevação nos preços do petróleo e seus derivados.
Até junho, as cotações do barril tipo Brent, que é referência global e da Petrobras, estavam variando entre US$ 70 a US$ 75.
Isso ajudou a Petrobras a se descolar do PPI (Preço de Paridade de Importação) e promover dois cortes nos preços.
O último reajuste foi em 1º de julho, reduzindo o valor do diesel nas refinarias em 12,8% e da gasolina, em 5,3%.
Porém, agora as cotações têm subido diariamente em julho e, atualmente, as cotações futuras do Brent são negociadas acima dos US$ 83 por barril.
De acordo com a Abicom, apesar da estabilidade do câmbio, que também influi no PPI, a oferta apertada de petróleo no cenário global é o que está pressionando os preços futuros.
Fonte: gazetabrasil









