Exposição HexArt traz para Alesp obras em cerâmica de seis artistas premiadas


A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo recebe, a partir desta terça (7), a exposição coletiva HexArt, composta por 60 obras de seis artistas premiadas. A mostra possui visitação gratuita e acontece até 17 de fevereiro, das 8h às 20h, no Espaço V Centenário.

A técnica predominantemente utilizada nas obras é a cerâmica, com um toque de poesia e de pintura. As peças foram criadas sem preocupação com um tema específico. Dessa forma, a apresentação reflete seis diferentes modos de produção, em que cada artista provoca a reflexão por meio do seu próprio estilo.

Segundo a curadora da exposição, Eliana Tsuru, esta é a quarta edição da HexArt, que ocorre anualmente. “Eu mesma seleciono, em média, de 10 a 12 obras de cada artista para que o público possa conhecer bem o trabalho de cada um”, comenta.

As Artistas

A exposição HexArt é composta pelo trabalho das artistas plásticas Carolina Kawal, Lúcia Honda, Luciana Cambria, Neusa Hanako, Rosangela Lucena e Teté Wall.

Luciana Cambria, uma das expositoras, explica que sua arte emprega na cerâmica a técnica mista, utilizando materiais diversos, como espuma, argila e metal. “Minha principal inspiração para criar as esculturas é a expressão e a força feminina”, declara.

Já a ceramista Rosângela Lucena conta que, em 2018, começou a observar o crescimento das palmeiras e a textura formada no caule dessas árvores para criar suas peças, que são produzidas com a técnica chamada acordelado. “A cerâmica vem ganhando cada vez mais visibilidade no Brasil e no mundo”, comenta.

A especialista em mosaico cerâmico, Carolina Kawal, diz que esta é sua décima exposição na Alesp e que o público do Parlamento paulista valoriza a arte e a cultura.

Kawal gosta de empregar peças recicladas. O material orgânico de suas obras costuma ser oriundo de brechós, ?lixões? e casas de ferro-velho. “Cada obra que faço conta uma história, inspirada na natureza ou na sociedade, a fim de provocar o olhar do espectador. Fiz obras sobre o feminicídio, os oceanos e a internet”, acrescenta.

Fonte: al.sp.gov

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