O ambiente geopolítico e a pressão sobre instituições como a Reserva Federal (Fed) alimentam dúvidas sobre o dólar como porto seguro. Dados do CME Group indicam que apostas contra a moeda superam as favoráveis, revertendo a tendência do fim de 2025. Grandes gestoras afirmam que investidores institucionais buscam proteção contra nova desvalorização e reduzem exposição a ativos denominados em dólar.
A crise diplomática envolvendo a Groenlândia e ameaças de tarifas contra aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) alimentaram expectativas de que investidores estrangeiros pudessem reduzir posições nos EUA. Gestores relatam aumento de fluxos de repatriação, com detentores de dólares convertendo recursos para moedas locais.
Embora o Tesouro reafirme a política do “dólar forte”, parte do mercado acredita que um câmbio mais fraco favoreceria exportações e a agenda de reindustrialização dos EUA. Esse cenário sustenta a percepção de que intervenções cambiais entre EUA e Japão não podem ser descartadas.
Fonte: sputniknewsbrasil








