Dessecação exige atenção à qualidade da aplicação


A dessecação da soja é uma etapa estratégica para garantir uniformidade na colheita e qualidade do grão, mas não depende apenas do momento correto de aplicação. Segundo a Associação Brasileira de Fabricantes de adjuvantes Agrícolas, a APLICA, a eficiência do processo está diretamente ligada à qualidade da aplicação e ao uso adequado de tecnologias complementares.

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A entidade alerta que práticas inadequadas podem comprometer o resultado esperado no campo. Entre elas está o uso de água sanitária misturada à calda de pulverização, procedimento que não é indicado. Não há uma quantidade considerada segura para essa mistura e, conforme o volume adicionado ou o tempo de preparo, o herbicida pode ser totalmente inativado, reduzindo sua eficácia e gerando prejuízos operacionais.

De acordo com a entidade, durante o período de dessecação, o manejo consciente com adjuvantes agrícolas é apontado como fator determinante para alcançar melhores resultados. Esses produtos auxiliam na redução da deriva do dessecante, evitando que áreas não alvo sejam atingidas e sofram danos indesejados. Além disso, contribuem para melhorar a cobertura e a penetração da calda nas plantas, favorecendo uma ação mais uniforme.

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Com aplicação considerada mais padronizada, diminui-se o risco de rebrota da soja no campo, o que também reduz a necessidade de reaplicação do produto. Esse cuidado impacta diretamente a qualidade final do grão e a eficiência da operação, reforçando a importância de decisões técnicas baseadas em orientação especializada e no uso correto de insumos.
 

Fonte: agrolink

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