Avanço da cigarrinha-do-milho exige novo olhar sobre manejo


O ataque da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) tem preocupado produtores em diferentes regiões do país neste início de safrinha. A praga, responsável pela transmissão de doenças como o enfezamento do milho, compromete diretamente a produtividade das lavouras e exige estratégias de controle mais eficientes.

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Pesquisas recentes apontam que o manejo da ninfa da cigarrinha, antes pouco priorizado, tornou-se essencial para conter a disseminação da praga. Estudos realizados por consultores e pesquisadores indicam que a quebra do ciclo de desenvolvimento do inseto pode reduzir significativamente sua população e minimizar os danos causados à cultura.

De acordo com levantamentos de campo, que envolveram 24 consultorias, institutos de pesquisa e universidades como a Unesp de Botucatu, o controle eficiente passa por uma abordagem integrada, com o uso de defensivos específicos para todas as fases da cigarrinha. A pesquisa demonstrou que as ninfas desempenham um papel crucial na propagação dos vírus e molicutes que afetam o milho, reforçando a necessidade de um controle mais rigoroso desde os estágios iniciais da praga.

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Além de reduzir a incidência da cigarrinha-do-milho, as novas estratégias de manejo também apresentam impacto positivo sobre outras pragas, como a mosca branca e o psilídeo. Ensaios demonstraram que a adoção de inseticidas reguladores de crescimento pode levar a reduções expressivas na postura de ovos, na eclosão e na viabilidade reprodutiva dessas pragas, colaborando para um controle mais abrangente no campo.

Entre as novas soluções disponíveis no mercado, destaca-se o inseticida Fiera®, desenvolvido pela Sipcam Nichino Brasil. Lançado no ano passado, o produto é um regulador de crescimento seletivo, com ação sobre todas as fases da cigarrinha, e apresentou índices de controle das ninfas variando entre 95% e 100%.

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Fonte: agrolink

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