Inteligência de operações especiais dos EUA ‘se vira’ para competir com a Rússia e a China


As equipes de inteligência de sinais de operações especiais dos EUA dizem que precisam de equipamentos menores e mais versáteis que coletem e compartilhem dados sobre a amplitude das frequências de rádio na terra, no mar, ar e agora espaço, escreve na quinta-feira (11) o portal Defense News.
A missão dos EUA de decifrar sinais de celulares de extremistas violentos mudou drasticamente, virando agora a atenção para concorrentes como a Rússia e a China, de acordo com funcionários das equipes. A exigência faz parte de um um portfólio maior do Escritório Executivo de Programas do Comando de Operações Especiais dos EUA-Reconhecimento Especial.
Na quarta-feira (10) um painel de gerentes de programa fez uma lista dos diversos sensores, comunicações e equipamentos de inteligência que o escritório deseja durante a Semana SOF da Global SOF Foundation.
Sergei Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, e Wang Yi, chanceler da China, no Camboja - Sputnik Brasil, 1920, 08.03.2023

Nos próximos um ou dois anos, disse Chris Wilson, gerente do programa de aquisição de inteligência de sinais, sua equipe está procurando equipamentos com sinais avançados e complexos, filtragem avançada de radiofrequência, sensores modulares compatíveis com cargas úteis e redes avançadas para uma geolocalização mais precisa.
Em um período de três a cinco anos, a equipe precisaria de antenas aprimoradas, o que significa um perfil baixo e melhor desempenho para as novas antenas, sublinha o Defense News, dizendo que como os operadores veem um campo de batalha mais lotado de frequências, o processamento automatizado de sinais é fundamental para reduzir o ônus da configuração manual de frequências pelos operadores.
Em um prazo mais longo, a equipe está buscando a autonomia do sensor e a comunicação de dados do sensor de locais de campo para veículos e embarcações aéreas ou marítimas em movimento, segundo a mídia.

Fonte: sputniknewsbrasil

Anteriores F1: Button acredita que nos próximos anos Williams vai estar “mais perto da frente” no grid
Próxima Colunista britânico destaca desvantagens dos mísseis Storm Shadow prometidos à Ucrânia