Marinha dos EUA vai ajudar Taiwan em caso de invasão, diz almirante norte-americano


“A maior parte da Marinha dos EUA será rapidamente recolocada no Pacífico ocidental para ajudar Taiwan se houver ordens para ajudar a ilha a impedir uma invasão”, disse Paparo em uma entrevista à CBS TV.

Ele respondeu afirmativamente à pergunta se os navios chineses se aproximaram de Taiwan desde a visita à ilha pela então presidente da Câmara dos Representantes dos EUA Nancy Pelosi.
De acordo com o almirante, a Marinha dos EUA tem atualmente cerca de 300 navios, dos quais cerca de 100 estão agora longe da costa norte-americana em diferentes partes do mundo.
Bombardeiros B-1B dos EUA (no centro) voam em formação com caças F-35A da Coreia do Sul (abaixo) e caças F-16 dos EUA (no topo) sobrevoando a península coreana na Coreia do Sul, 19 de fevereiro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 14.03.2023

A situação em torno de Taiwan se agravou significativamente após a visita da então presidente da Câmara dos Representantes dos EUA Nancy Pelosi à ilha no início de agosto. A China, que considera a ilha uma de suas províncias, condenou a visita de Pelosi, vendo-a como um ato de apoio dos EUA ao separatismo de Taiwan, e conduziu exercícios militares em larga escala.
As relações oficiais entre o governo central da China e sua província insular se romperam em 1949, após as forças derrotadas do Kuomintang lideradas por Chiang Kai-shek terem se mudado para Taiwan no final da guerra civil contra o Partido Comunista Chinês.
Os contatos comerciais e informais entre a ilha e a China continental foram retomados no final dos anos 80. Desde o início dos anos 90, os dois lados têm estado em contato só através de organizações não governamentais.
Espetadores acenam com bandeiras chinesas enquanto veículos militares DF-41, capazes de transportar ogivas nucleares, passam durante desfile por ocasião do 70º aniversário da fundação do Partido Comunista chinês, Pequim, 1 de outubro de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 07.03.2023

Fonte: sputniknewsbrasil

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