Suíça não descarta usar ativos russos congelados para ajudar Ucrânia


“Estamos observando o desenvolvimento dos acontecimentos na arena internacional. Mas essa possibilidade não é descartada. Qualquer um que danifica, deve pagar”, afirmou ao Switzerland Times, reconhecendo ao mesmo tempo que na Suíça não existe base jurídica para tal.

Anteriormente foi informado que a Suíça aderiu às sanções impostas contra a Rússia, incluindo a proibição de transportar itens vendidos acima do preço estabelecido.
O vice-chefe do Departamento de Informação e Imprensa da chancelaria russa, Ivan Nechaev, afirmou há algum tempo que a Suíça perdeu o seu status neutro.
O embaixador russo na Organização das Nações Unidas (ONU) em Genebra, Gennady Gatilov, por sua vez, enfatizou que o posicionamento da Suíça na Ucrânia afetou o papel internacional de Berna e afirmou que, após o início da operação militar especial russa na Ucrânia, a Suíça abandonou, de fato, o seu status de neutralidade para se colocar do lado de Kiev e dos seus patrocinadores da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).
Gatilov lembrou que Ignazio Cassis, enquanto presidia a Suíça (até o final de 2022), viajou a Kiev para expressar seu apoio ao regime ucraniano.
O diplomata, ao mesmo tempo, expressou a esperança de que a Suíça mudasse de posicionamento e apontou como um sinal positivo a recusa do país em exportar munições que podem acabar na Ucrânia.
Os principais tanques de batalha ucranianos dirigem em uma estrada perto de Bakhmut, leste da Ucrânia, em 15 de maio de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 18.01.2023

Fonte: sputniknewsbrasil

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