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As autoridades do condado de Boulder, no estado do Colorado, divulgaram uma cronologia detalhada dos últimos momentos de vida deDavid Wilcock, conhecido por suas pesquisas sobre objetos voadores não identificados. A divulgação ocorreu após grande repercussão e interesse público em torno das circunstâncias de sua morte, registrada no dia 20 de abril de 2026.
De acordo com o relatório oficial, Wilcock fez uma ligação para os serviços de emergência às 10h44 (horário local). Durante a chamada, ele afirmou que precisava ir embora e indicou que estaria “à esquerda da casa”. Ainda na conversa, mencionou problemas de saúde e dificuldades financeiras, mas não respondeu diretamente quando questionado se estava armado ou se pretendia se ferir. Antes de encerrar a ligação, ele disse: “Sinto muito por fazer vocês passarem por isso”.
Após o contato, policiais foram enviados imediatamente ao local. O primeiro agente chegou às 10h53, mas manteve distância enquanto aguardava reforço, devido à incerteza sobre a presença de uma arma. Um segundo policial chegou às 11h01, e juntos planejaram a aproximação.
Pouco depois, os agentes visualizaram David Wilcock sentado do lado de fora da residência, com uma arma de fogo apontada para a própria cabeça. Ao saírem das viaturas, os policiais buscaram abrigo e ordenaram que ele soltasse a arma.
Às 11h04, foi ouvido um disparo em direção não identificada, mas Wilcock ainda estava vivo e continuava segurando a arma. Menos de um minuto depois, a situação permanecia a mesma. Às 11h05, um dos agentes repetiu a ordem para que ele largasse a arma e, três segundos depois, ocorreu o disparo fatal. Segundo a cronologia, menos de um minuto se passou entre o momento em que os policiais o avistaram armado e o desfecho.
Após o ocorrido, reforços foram acionados e a área foi isolada. Os agentes fizeram uma varredura na casa e nos arredores para garantir que não havia outras pessoas em risco. Wilcock foi declarado morto no local, e uma investigação foi iniciada.
Dois dias depois, em 22 de abril, o escritório do legista confirmou oficialmente a identidade da vítima e classificou a morte como suicídio, após a conclusão dos procedimentos periciais e a notificação da família.
O relatório também trouxe relatos de familiares, que afirmaram que David Wilcock enfrentava um longo período de depressão, além de dificuldades financeiras. Eles manifestaram o desejo de que o caso ajude a ampliar o debate sobre acesso a serviços de saúde mental.
A divulgação da cronologia, segundo as autoridades, ocorreu devido ao alto interesse público e à circulação de diferentes versões nas redes sociais. O documento também abordou rumores sobre a possibilidade de crime, descartados pela família, que pediu respeito à privacidade neste momento.
Fonte: gazetabrasil






