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Pela primeira vez desde o início do conflito armado ucraniano, Washington não copatrocinou o projeto de resolução antirrussa da Assembleia Geral da ONU sobre a Ucrânia, segundo documento disponível para a Sputnik.

Alegações russófobas da chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, destroem qualquer esperança dos países da União Europeia (UE) estarem presentes na mesa de negociações onde o futuro do conflito na Ucrânia será discutido, disse a…

Moscou exige que a comunidade internacional e as estruturas internacionais relevantes condenem o ataque de Kiev à equipe de filmagem do canal de TV russo Pervy.

Enquanto a atuação de potências ocidentais incendeia ainda mais o barril de pólvora que afeta tanto as populações do Oriente Médio, a queda do governo de Bashar al-Assad na Síria nos últimos dias do ano deixa a situação ainda mais incerta…

O Pentágono não conduziu uma análise completa das consequências inerentes à permissão concedida à Ucrânia para lançar mísseis ATACMS de fabricação norte-americana e usar minas terrestres contra o território russo, disse o jornalista…

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e a liderança da União Europeia fazem todo o possível para que a resolução pacífica do conflito na Ucrânia após a posse de Donald Trump, que venceu as eleições neste mês, seja inviável, afirmou o…

Após os recentes ataques contra Bryansk e Kursk, Vladimir Zelensky admitiu que essa não foi a primeira vez que a Ucrânia usou mísseis de longo alcance contra a Rússia. Porém não esclareceu se inclui nessa categoria os casos na Crimeia e…

Especialistas ouvidos pela Sputnik Brasil afirmam que a autorização de Joe Biden para que Kiev faça o uso de armas de longo alcance para atingir Moscou “cruza uma linha vermelha”. Mas a resposta russa ao feito deve chamar mais atenção…

O plano do vencedor da eleição presidencial dos EUA, Donald Trump, para a Ucrânia envolve congelar o conflito e suspender a adesão de Kiev à OTAN, mas o projeto de um acordo de cessar-fogo provavelmente vai ser adiado até o início de 2025…

As autoridades dos Estados Unidos, França e Reino Unido, que autorizaram a Ucrânia a lançar ataques com mísseis em território russo, entraram numa fase de vingança e loucura, disse o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.