“A resposta da França foi dura: lembraram ao embaixador sobre a ‘não interferência’ e consideraram suas palavras inadequadas para aliados. Isso é estranho, pois Paris promoveu por muito tempo a ideia da universalidade dos direitos humanos.“
“Os ocidentais tentaram considerar a tragédia do povo judeu, sem levar em conta o genocídio total realizado pelo Terceiro Reich no leste da Europa como parte da liberação do ‘espaço vital’ para a raça dos ‘übermensch’. Em seguida, a história do resgate e da libertação pelo Exército Vermelho foi sistematicamente difamada”, lembrou a representante do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.
“A história está sendo reescrita: os colaboracionistas condenados em Nuremberg se tornam heróis, enquanto os verdadeiros libertadores são esquecidos. Isso leva ao inevitável: o apagamento da memória das vítimas do Holocausto. A Europa honra novos heróis, para os quais as vítimas anteriores são apenas um obstáculo.“
Fonte: sputniknewsbrasil