“O Kast estava na oposição e encontrou o momento perfeito para se estabelecer como candidato, angariando os votos que vimos. E, claro, também conseguiu estabelecer uma liderança e ser o nome principal dentro da direita, que é o grande êxito dessa eleição”, afirma Martins.
Reviravoltas no Chile: dos protestos em 2019 à volta da direita ao poder
O que esperar do governo Kast no Chile?
“Não é que a integração estivesse avançando, isso não acontecia. Ainda assim, governos de extrema-direita costumam ter um perfil fortemente soberanista e, em geral, são contrários à integração regional, salvo em situações excepcionais. Em um cenário normal, a tendência é rejeitar experiências de integração. Portanto, cada governo desse campo que chega ao poder representa, sim, um passo atrás em uma perspectiva futura, ainda que distante, de integração regional”, resume.
Fonte: sputniknewsbrasil










