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Suzane von Richthofen voltou ao centro de uma investigação policial após ser acusada de tomar posse indevidamente de bens pertencentes ao espólio de seu tio, Miguel Abdalla Neto, encontrado morto em 9 de janeiro. A denúncia foi formalizada por Carmem Silvia Gonzalez Magnani, prima de Suzane e namorada da vítima, em um boletim de ocorrência registrado na última terça-feira (3).
A acusação surge em meio a uma batalha judicial pela herança de Abdalla Neto, estimada em R$ 5 milhões. Ambas disputam o cargo de inventariante: Suzane alega ser a parente consanguínea mais próxima, enquanto Carmem afirma ter vivido em união estável com o falecido por 14 anos.
De acordo com o documento policial, Suzane teria admitido no processo de inventário, que corre na Vara de Família e Sucessões de Santo Amaro, estar na posse de diversos itens sem autorização judicial. A defesa de Suzane alega que ela chegou a soldar o portão da residência do tio para “proteger” o patrimônio que acredita ter direito.
Itens listados no Boletim de Ocorrência:
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Um carro Subaru prata, ano 2021;
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Uma máquina de lavar roupas;
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Móveis (sofá e poltrona);
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Uma bolsa contendo dinheiro e documentos.
Atualmente em regime aberto desde janeiro de 2023, Suzane enfrenta o risco de regressão de pena. Caso a Justiça entenda que houve crime, ela pode ser obrigada a retornar ao regime semiaberto ou fechado.
Status da Investigação
O caso está sob responsabilidade do 27º DP (Campo Belo), que já investigava um furto na residência desde o dia 20 de janeiro. Até o momento, Suzane não respondeu às tentativas de contato da reportagem para comentar as acusações.
Linha do Tempo do Caso
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09/Jan: Miguel Abdalla Neto é encontrado morto.
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20/Jan: Polícia Civil inicia investigação de furto na residência.
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03/Fev: Namorada da vítima registra BO contra Suzane por apropriação de bens.
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05/Fev: Disputa pela herança de R$ 5 milhões segue na Vara de Sucessões.
Fonte: gazetabrasil






