Localizada no extremo norte do estado do Tocantins, na confluência dos rios Araguaia e Tocantins, a estação científica russo-brasileira, vai estudar o solo e a biodiversidade para auxiliar no desenvolvimento de protocolos internacionais unificados para o monitoramento e a verificação de dados climáticos.
O projeto da estação de pesquisa climática, também chamada de “sítio-espelho” de carbono, foi desenvolvido pela Universidade Estatal de Tyumen (TSU) e pela Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT).
A singularidade do local deve-se ao fato de ser uma zona de transição na fronteira entre o cerrado e a selva, onde ainda não foram realizadas pesquisas abrangentes, segundo os pesquisadores.
A estação do Tocantins fará parte da rede internacional Polígono do Carbono, que reúne 19 pontos de observação climática distribuídos globalmente.
Dentre os estudos previstos estão, comparativos entre os ecótonos Cerrado-Amazônia e a Sibéria Ocidental, medições do balanço de gases de efeito estufa, avaliações da biodiversidade terrestre e aquática e Iniciativas voltadas à bioeconomia e à saúde única em comunidades indígenas.
Fonte: sputniknewsbrasil








