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Um policial militar, um advogado e um empresário estão sendo investigados por envolvimento em um esquema de agiotagem e extorsão, que resultou em mandados de prisão temporária cumpridos nesta quinta-feira (6) em Porto Alegre e Cachoeirinha, na Região Metropolitana do Rio Grande do Sul. As investigações envolvem ameaças e cobranças de dívidas, incluindo casos de tortura e disparos em estabelecimentos comerciais.
O caso veio à tona no fim de 2024, quando uma moradora do litoral norte de Porto Alegre procurou a polícia após alegar ter sido ameaçada de tortura e incêndio em seu estabelecimento. Segundo a vítima, ela estava sendo pressionada a pagar uma dívida, mesmo após já tê-la quitado. A situação levou a investigações por parte da Polícia Civil e da Corregedoria-Geral da Brigada Militar, que culminaram nos mandados de prisão.
O policial militar envolvido, J. S., já foi alvo de outra investigação por formação de milícia em 2019. Além disso, durante a busca na empresa do empresário suspeito de atuar como agiota, agentes descobriram que um funcionário do local possuía um mandado de prisão em aberto por homicídio, o que levou à sua prisão.
Outra parte da investigação revela que uma empresária, dona de uma imobiliária, procurou o empresário para obter um empréstimo de R$ 300 mil, mas afirmou ter pago cerca de R$ 600 mil até então, continuando a ser cobrada. A Polícia Civil segue em busca do advogado e do empresário, que ainda não foram localizados.
A investigação segue em sigilo e as identidades dos suspeitos ainda não foram divulgadas.
Fonte: gazetabrasil