“Cria capacidades aplicáveis no cotidiano, como Internet via satélite, monitoramento de desmatamento e previsão de desastres naturais.”
“Infelizmente não conseguimos conquistar essa soberania, e muito por subfinanciamento e falta de políticas públicas para o setor. Vale lembrar que na década de 1980 a China estava muito atrasada no setor e aprendeu com o Brasil como desenvolvê-lo. Hoje, a China é um dos países que mais faz lançamentos e conquistou essa soberania no setor.”
“Temos por um lado, os EUA e seus aliados liderando o projeto Artemis de retorno dos voos tripulados à Lua e, em contrapartida, Rússia e China com o projeto de construção da Estação Lunar de Pesquisa”, salienta.
E o Brasil?
“No caso da Rússia, é uma potência espacial desde a Guerra Fria, mas vemos nos últimos anos a ascensão da China e Índia. Uma maior colaboração com qualquer um dos três países pode trazer oportunidades de impulsionar o programa brasileiro”, considerou Cuenca.
“O Programa Espacial Brasileiro carece de regularidade orçamentária, fortalecimento institucional da Agência Espacial Brasileira como órgão máximo de gestão e formulação de uma política pública para o setor espacial”, comenta Santos.
Fonte: sputniknewsbrasil






