O novo Mercedes-AMG GT 63 S Performance é cheio de superlarivos. Com sistema híbrido plug-in que traz elementos da Fórmula 1, entrega insanos 816 cv e vai de 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos, fazendo dele o carro mais rápido da empresa à venda por aqui. O preço também é superlativo. Sem acessórios, o Mercedes-AMG GT 63 S E Performance custa R$ 1.697.900.
Como faz parte do programa de personalização Manufaktur, o preço ainda pode subir consideravelmente. Por R$ 115.900 a mais, por exemplo, é possível escolher a pintura verde Green Hell (inferno verde), que traz o mesmo nome pelo qual o lendário autódromo de Nürburgring Nordschleife, na Alemanha, é conhecido. Só o custo da cor exclusiva é suficiente para comprar um Fiat Pulse, por exemplo.
As rodas forjadas de 21 polegadas com acabamento fosco desenvolvidas pela AMG saem por R$ 61.100. Com mais R$ 58.900, é possível incluir o sistema de som Burmester de alta qualidade. Mas nada supera o pacote Manufaktur, oferecido por R$ 149.200 (preço de um Jeep Renegade), que adiciona acabamento de couro premium, volante de couro Nappa, tapetes de veludo e soleiras de porta com as iniciais AMG.
Incluindo estes e outros itens, o preço facilmente ultrapassa os R$ 2 milhões. Uma configuração feita por Autoesporte, por exemplo, chegou aos R$ 2,2 milhões. Também é preciso lembrar que, quando se monta um AMG GT de acordo com o próprio gosto, o cliente precisa aguardar de três a seis meses para receber o veículo. Segundo a Mercedes, o preço máximo do cupê é de R$ 2.350.000.
No início do texto demos algumas demonstrações do poder do novo Mercedes-AMG GT 63 S E Performance. Agora, vamos falar do conjunto mecânico responsável por tais feitos.
Tudo começa com um motor 4.0 V8 biturbo de 639 cv de potência, posicionado na dianteira. Para completar o conjunto híbrido plug-in, há uma máquina elétrica instalada no eixo traseiro, adicionando 204 cv. Juntos, entregam impressionantes 816 cv de potência e quase 145 kgfm de torque combinados.
Como já dito há alguns parágrafos, o cupê vai de 0 a 100 km/h em apenas 2,8 segundos, marca 0,2 s melhor do que a versão anterior. A velocidade máxima é de 320 km/h. Além disso, o cupê estreia o sistema de tração integral AMG Performance 4MATIC+ da linha AMG.
O câmbio é automático de 9 marchas. Já o conjunto híbrido tem uma bateria de 4,8 kWh derivada daquela que equipa o carro da Mercedes na Fórmula 1. A Mercedes não informa a autonomia em modo elétrico.
Há 8 modos de condução, fazendo do AMG GT um dos carros esportivos com maior leque de ajustes. São eles: Escorregadio, Comfort, Sport, Sport+, Race, Individual, Battery Hold e Elétrico. Cada um dos modos tem ajustes específicos de motor a combustão, motor elétrico, câmbio, escapamento, suspensão e dinâmica de condução.
Em relação às medidas, são 4,73 metros de comprimento, 1,93 metro de largura, 1,35 metro de altura e 2,70 metros de entre-eixos. Apesar de o cupê ter números superlativos, o tamanho do porta-malas demonstra uma realidade contrária: são apenas 203 litros de capacidade. Para tomar como base, é praticamente o porta-malas de um Fiat Mobi, de singelos 200 litros.
O interior traz muito luxo, claro. A central multimídia tem tela vertical de 11,9″ que acompanha o quadro de instrumentos do condutor, de 12,2″. A lista de equipamentos ainda inclui sistemas de direção semiautônoma como assistentes ativos de distância para o veículo à frente, de frenagem emergencial, de manutenção em faixa, de estacionamento, de ponto cego e câmera 360 graus. O pacote também conta com abertura das portas e fechamento da tampa do porta-malas automáticos, por aproximação do celular, e partida sem chave.
De acordo com a Mercedes, desde que as vendas foram abertas, em abril, mais de 40 exemplares do AMG GT foram vendidos.
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Fonte: direitonews