Nova descoberta sobre Júpiter surpreende: ‘Livros didáticos precisarão ser atualizados’


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Novas medições realizadas por cientistas indicam que Júpiter, o maior planeta do Sistema Solar, é menor e mais achatado do que se imaginava, o que pode levar a uma revisão de livros e materiais acadêmicos em todo o mundo.

O estudo, publicado na revista Nature Astronomy, revelou que o diâmetro do planeta na linha do equador é de aproximadamente 142.830 km — cerca de 8 km menor do que estimativas anteriores. Já a distância de polo a polo é de 133.700 km, cerca de 24 km menor, tornando Júpiter mais achatado do que se pensava.

“Os livros didáticos precisarão ser atualizados”, afirmou Yohai Kaspi, cientista planetário do Instituto Weizmann de Ciência, em Israel, e coautor do estudo. “O tamanho de Júpiter não mudou, mas a forma como o medimos sim.”

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O novo levantamento foi possível graças à sonda Juno, da NASA, que orbita o planeta desde 2016. A missão foi estendida em 2021, permitindo que os cientistas realizassem 26 novas medições detalhadas do planeta e de suas luas.

Diferentemente de órbitas anteriores, a trajetória atual da sonda permitiu que ela passasse atrás de Júpiter em relação à Terra, oferecendo uma nova perspectiva do planeta gasoso. Durante essa passagem, o sinal de rádio da sonda é bloqueado e desviado pela atmosfera de Júpiter, permitindo medições precisas do tamanho do planeta.

“Os dados de rádio nos dão uma janela para a profundidade dos ventos zonais e dos poderosos furacões do planeta”, explicou Kaspi. Além disso, a equipe levou em conta os ventos de Júpiter, que influenciam ligeiramente a forma do planeta.

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Dr. Eli Galanti, que liderou a pesquisa, destacou que as novas medições permitem ajustar os modelos do interior de Júpiter, alinhando dados de gravidade e medições atmosféricas de forma mais precisa.

A descoberta também traz contribuições importantes para a astronomia em geral. “Júpiter provavelmente foi o primeiro planeta a se formar no Sistema Solar. Estudar seu interior nos aproxima de compreender como o Sistema Solar e planetas como o nosso se originaram”, afirmou Kaspi.

Apesar de pequenas em números, as diferenças são significativas para o entendimento científico de Júpiter, ajudando a refinar modelos sobre a formação e evolução dos planetas.

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Fonte: gazetabrasil

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