Ontem (16) Trump usou as redes sociais para declarar que Washington classifica o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela, como uma organização terrorista estrangeira.
Trump declarou que o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, utiliza o petróleo do país para financiar o tráfico de drogas e pessoas, além de assassinatos e sequestros. O republicano alega que a Venezuela roubou bens dos Estados Unidos, sem apresentar provas ou argumentos.
O republicano anunciou o “bloqueio total e completo de todos os petroleiros sancionados” que entrem ou saiam da Venezuela. Ainda não está claro se, pela nova classificação da Casa Branca, qualquer petroleiro no país integra a lista de proibição.
Segundo o jornal The New York Times, ao menos 15 mil soldados norte-americanos estão no Caribe, munidos de suporte como o USS Gerald R. Ford — o navio mais moderno da Marinha dos Estados Unidos.
Ainda segundo o jornal Maduro determinou que à Marinha venezuelana escolte navios com produtos de petróleo após bloqueio determinado por Trump.
A estatal petrolífera venezuelana, PDVSA, informou em comunicado mais cedo que os navios ligados às suas operações continuavam navegando “normalmente, com total segurança, suporte técnico e garantias operacionais, no exercício legítimo de seu direito à livre navegação”.
Governo venezuelano responde às ameaças dos EUA
O governo venezuelano rebateu em seguida as declarações de Trump:
“O presidente dos EUA está tentando impor um bloqueio naval absolutamente irracional à Venezuela com o objetivo de roubar as riquezas que pertencem à nossa pátria”, afirmou um comunicado oficial divulgado pela vice-presidente deste país sul-americano, Delcy Rodríguez, no Telegram.
Fonte: sputniknewsbrasil








