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Os preços do milho sobem mais uma vez na B3 nesta quarta-feira (26). Os contratos mais negociados subiam de 0,2% a 0,8%, por volta de 13h40 (horário de Brasília), com o janeiro sendo cotado a R$ 72,29 e o maio a R$ 73,63 por saca.
O mercado futuro brasileiro acompanha os bons ganhos que o cereal também registra na Bolsa de Chicago, se equilibrando frente à baixa do dólar frente ao real por mais uma sessão. A moeda americana na tarde desta quarta-feira recuava cerca de 0,50%, voltando aos R$ 5,35.
A demanda pelo cereal, em especial por parte das indústrias de etanol, vem conferindo um suporte considerável e ainda duradouro às cotações no mercado brasileiro, inclusive no interior do país. As exportações também têm vivido um bom momento e contribuem.
O que analistas e consultores de mercado destacam é ainda a necessidade do monitoramento da colheita da safra de verão, que vai se aproximando, e as expectativas – principalmente sobre o clima – para a safrinha. Já há relatos de preocupação neste momento, mesmo com a soja ainda em desenvolvimento para a temporada 2025/26.
BOLSA DE CHICAGO
Em Chicago, o milho é quem lidera as altas nesta quarta-feira entre os grãos, subindo mais de 1% nas posições mais negociadas. Por volta de 13h50 (Brasília), as altas variavam de 5,75 a 7,25 pontos, levando o dezembro a US$ 4,29 e o maio, US$ 4,53 por bushel.
O milho acompanha ganhos que se dão na soja, nos derivados e no trigo, além de refletirem a demanda forte pelo cereal norte-americano.
Entre analistas e consultores internacionais, as expectativas também sobre o um possível La Niña também estão fortes no radar, com as preocupações de uma nova seca possa acometer a nova safra de grãos da Argentina.
Fonte: noticiasagricolas






