Em publicação nas redes sociais, o parlamentar acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) de utilizar recursos públicos por meio da escola para promover ataques pessoais ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e a familiares.
A escola, que abriu os desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, também foi alvo de críticas da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e da senadora Damares Alves (Republicanos-DF).
Em suas redes sociais, Michelle afirmou que uma das alas da Acadêmicos de Niterói comete um “escárnio que expõe a fé cristã”. As palavras da ex-primeira-dama são dirigidas a uma ala intitulada “neoconservadores em conserva”. Para ela, a representação “feriu milhões de brasileiros”. Também sobre a proposta da escola, Damares chamou-a de “inadmissível”.
Em nota publicada nesta segunda-feira (16), a agremiação ressaltou que sofreu perseguições e ataques políticos durante todo o processo carnavalesco e agradeceu à união dos componentes e à força da comunidade para colocar a escola na avenida.
Segundo a Acadêmicos de Niterói, houve tentativas de interferência direta na autonomia artística da escola, “com pedidos de mudança de enredo, questionamentos sobre a letra do samba e outras ações que buscaram nos enquadrar e nos silenciar. Não conseguiram. Mesmo pressionada, a Acadêmicos de Niterói não se curvou“, diz um trecho da nota.
A Acadêmicos de Niterói estreou no Grupo Especial do Carnaval do Rio com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, em homenagem ao atual presidente da República.
Fonte: sputniknewsbrasil


