Em suas redes sociais, a corporação disse que o ataque realizado faz parte de uma operação de combate ao narcoterrorismo, no entanto, nenhuma prova foi apresentada.
“Em 17 de dezembro, sob a direção do Secretário de Guerra Pete Hegseth, a Força-Tarefa Conjunta Southern Spear realizou um ataque letal contra uma embarcação operada por uma organização terrorista designada em águas internacionais”, informou o comando com jurisdição sobre a América Latina e o Caribe em sua conta X.
Segundo o comando, informações de inteligência confirmaram que a embarcação estava seguindo uma rota conhecida de tráfico de drogas no leste do oceano Pacífico e estava envolvida em operações de tráfico de drogas.
“Um total de quatro narcoterroristas do sexo masculino foram mortos, e nenhum militar americano ficou ferido”, acrescentou o comando.
A ofensiva militar dos EUA no Caribe e no Pacífico, lançada em setembro contra supostas embarcações de narcotráfico, resultou até o momento em aproximadamente 90 mortos e dezenas de barcos destruídos, de acordo com dados das autoridades estadunidenses.
Desde o fim de agosto, o governo Trump determinou o posicionamento de mais de 4 mil marinheiros e fuzileiros navais em embarcações militares estadunidenses, sob a justificativa de combater o tráfico de drogas, tendo a Venezuela como principal foco.
A situação levou Nicolás Maduro a determinar a mobilização de quase 5 milhões de reservistas diante das ameaças dos Estados Unidos, situação que, segundo ele, coloca a região diante do maior risco da história. Ainda de acordo com o presidente da nação latino-americana, ao menos oito navios de guerra dos Estados Unidos, 1,2 mil mísseis e um submarino nuclear miram a Venezuela.
Fonte: sputniknewsbrasil







