Dólar sobe para R$ 5,57 com corrida de investidores para fugir de novos impostos em 2026


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Em uma segunda-feira (29) de baixa liquidez, o mercado financeiro brasileiro operou sob a influência de ajustes tributários e indicadores macroeconômicos. O dólar encerrou o dia com alta de 0,48%, cotado a R$ 5,571, em um movimento atípico de final de ano, intensificado pela corrida de investidores para evitar novas taxações que entram em vigor em 2026.

Dividendos e o “Efeito 2026”

A valorização da moeda americana foi impulsionada pelo aumento substancial nas remessas de lucros e dividendos ao exterior. Embora esse fluxo seja comum em dezembro, o volume atual foi reforçado pelas mudanças no Imposto de Renda aprovadas em outubro.

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As novas regras, que passam a tributar parte dos dividendos a partir de janeiro de 2026, levaram companhias e investidores estrangeiros a acelerar a retirada de capital do país antes do fechamento do calendário fiscal de 2025.

Bolsa em queda e Inflação no Negativo

No mercado de ações, o Ibovespa recuou 0,4%, fechando aos 160.297 pontos. O índice acompanhou o pessimismo das bolsas americanas, em um dia de noticiário político esvaziado.

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Pelo lado dos indicadores, a Fundação Getulio Vargas (FGV) revelou que o IGP-M encerrou o ano de 2025 com queda acumulada de 1%. O índice, conhecido como “inflação do aluguel”, é uma importante bússola para o comportamento dos preços ao consumidor (IPCA).

Essa tendência deflacionária no atacado foi corroborada pelo último Boletim Focus do ano, divulgado pelo Banco Central, que mostrou analistas revisando para baixo as projeções de inflação tanto para 2025 quanto para 2026.

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Alerta Fiscal: Déficit em alta

Apesar das boas notícias na inflação, o cenário fiscal continua a gerar preocupação. Dados divulgados pelo Tesouro Nacional nesta tarde mostram uma deterioração das contas do governo federal em novembro:

  • Déficit Primário (Jan-Nov 2025): R$ 83,8 bilhões.

  • Déficit Primário (Jan-Nov 2024): R$ 67,0 bilhões (em termos nominais).

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Fonte: gazetabrasil

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