O tiroteio ocorreu a apenas algumas quadras da Casa Branca, em Washington, e como medida preventiva, a sede do governo norte-americano precisou ser fechada. Os guardas foram socorridos com ferimentos graves e o governador da Virgínia Ocidental, Patrick Morrisey, chegou a confirmar a morte da dupla, mas recuou na sequência.
“Estamos recebendo informações conflitantes sobre o estado de saúde de nossos dois membros da Guarda e forneceremos atualizações adicionais assim que tivermos informações mais completas. Nossas orações estão com esses bravos militares, suas famílias e toda a comunidade da Guarda Nacional”, afirmou.
Já o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, informou que os guardas seguem em estado crítico. Segundo testemunhas relataram à Sputnik, foram ouvidas pelo menos duas sequências de disparos.
O presidente Donald Trump se manifestou nas redes sociais e se referiu ao agressor como “animal”, acrescentando que o suspeito “também está gravemente ferido, mas, independentemente disso, pagará um preço muito alto“. Já a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, confirmou que Trump não estava na Casa Branca no momento, pois viajava para a Flórida.
Como reação, o governo norte-americano solicitou o apoio adicionou de outros 500 agentes da Guarda Nacional para intensificar a segurança na região. “E é por isso que o presidente Trump me pediu, e eu pedirei ao Secretário do Exército, que adicionemos 500 soldados da Guarda Nacional a Washington”, disse Hegseth.
Os agentes do Serviço Secreto dos EUA que trabalham no centro de Washington preferiram não comentar o caso, informou um correspondente da Sputnik.
Fonte: sputniknewsbrasil








