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A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,2% no trimestre encerrado em novembro de 2025, o menor patamar desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, iniciada em 2012. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o levantamento, cerca de 5,6 milhões de pessoas estavam desocupadas no período. O indicador vem registrando sucessivas quedas ao longo de 2025, alcançando, desde o trimestre encerrado em junho, os menores níveis já observados na série histórica.
O resultado surpreendeu o mercado financeiro. A mediana das projeções dos agentes consultados no Boletim Focus, divulgado no fim de 2024, indicava uma taxa de desocupação de 6,7% ao término de 2025. Naquele momento, o desemprego estava em 6,1%.
A redução do desemprego foi acompanhada por um novo recorde no número de pessoas ocupadas no país, que chegou a 103,2 milhões. Com isso, o nível de ocupação alcançou 59,0% da população em idade de trabalhar.
Outro destaque do levantamento foi o avanço da renda média real habitual dos trabalhadores, que atingiu R$ 3.574, o maior valor já registrado. O rendimento cresceu 1,8% em relação ao trimestre anterior e 4,5% na comparação com o mesmo período de 2024, já descontada a inflação.
O contingente de trabalhadores com carteira assinada no setor privado também bateu recorde, somando 39,4 milhões de pessoas. O número permaneceu estável na comparação trimestral, mas apresentou alta de 2,6% em relação ao ano anterior, o equivalente a aproximadamente 1 milhão de novos empregos formais.
Apesar dos resultados positivos, a informalidade segue representando uma parcela significativa do mercado de trabalho. A taxa de trabalhadores informais ficou em 37,7% da população ocupada, o que corresponde a 38,8 milhões de pessoas. O percentual é inferior ao observado no trimestre encerrado em agosto e também abaixo do registrado no mesmo período de 2024.
Fonte: gazetabrasil






