A brasileira tem um filho com Michael Leavitt, que em entrevista à mídia local afirmou que sua única “preocupação sempre foi a segurança, o bem-estar e a privacidade” da criança, que vive com ele e atualmente tem 11 anos.
Já a defesa afirma que a prisão foi ilegal e que Bruna vivia nos EUA sob proteção do programa DACA, criado durante o governo do ex-presidente Barack Obama que concede proteção temporária às pessoas levadas sem documentação ao país quando eram crianças.
Porém, o ICE alega que ela vive ilegalmente no país desde 1999 e teria antecedentes, o que é negado por seus advogados.
“Atualmente, ela está no Centro de Processamento do ICE no Sul da Louisiana e aguarda julgamento por deportação. Sob o governo do presidente Donald Trump e da Secretária Noem, todos os indivíduos em situação irregular nos Estados Unidos estão sujeitos à deportação”, informou uma autoridade do órgão.
Enquanto isso, os familiares denunciam abuso das autoridades migratórias e afirmam que Bruna mora nos EUA desde os seis anos. Uma campanha foi criada para ajudar com os custos judiciais e impedir que ela seja separada do filho e, até o momento, já arrecadou mais de US$ 24 mil (R$ 128 mil).
Fonte: sputniknewsbrasil








