“Isso sem dúvida se torna munição para essas eleições municipais, que são importantes até para a […] corrida presidencial lá na frente”, diz.
“Os efeitos são de uma espécie de banalização dessa teatralidade que passa por violar a vida de todos nós […]. De tirar a estabilidade, de tornar muito instável as escolhas políticas porque você pode ter um candidato que pode morrer”, diz a pesquisadora.
“Você está passando essa ideia, justamente, de falta de diálogo, de resolução através da violência.”
“E aí aproveitaram esse atentado para tentar voltar para uma ofensiva em um momento que está difícil para o Bolsonaro e para o bolsonarismo.”
“São Paulo reproduz essa nitidez partidária ideológica que a gente viu nas eleições nacionais. Então por isso é uma continuação, mas também é uma projeção para o futuro porque não é nem alguém do partido do Bolsonaro nem alguém do partido do Lula.”
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Fonte: sputniknewsbrasil