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O Banco Central sinalizou nesta terça-feira (3) que já vê espaço para iniciar a redução da taxa básica de juros a partir da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para março. A indicação consta na ata do encontro realizado na semana passada, quando a autoridade monetária decidiu manter a Selic em 15% ao ano.
A taxa está nesse patamar desde o ano passado e é considerada uma das mais altas do mundo. O nível elevado dos juros tem sido alvo de críticas do governo e de setores do empresariado, que apontam impacto negativo sobre o crédito e o crescimento econômico. Para o Banco Central, no entanto, a manutenção dos juros elevados ainda é necessária para garantir o controle da inflação.
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A inflação oficial encerrou 2025 em 4,26%, abaixo do teto da meta, que é de 4,5%, mas ainda distante do centro, fixado em 3%. Segundo o Copom, o início de um eventual ciclo de cortes deverá ocorrer de forma cautelosa, com reduções graduais e ao longo de um período prolongado, mantendo uma “restrição adequada” da política monetária.
“O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta”, afirmou o Copom na ata.
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O colegiado destacou ainda que a estratégia envolve a calibração do nível de juros e que todas as variáveis econômicas serão analisadas antes de qualquer decisão sobre o tamanho dos cortes. De acordo com o Relatório Focus divulgado nesta semana, economistas e agentes do mercado financeiro projetam inflação de 3,99% para este ano, o que reforça a necessidade de prudência.
“O compromisso com a meta impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária”, apontou o comitê. Em outro trecho, o Copom reforçou a necessidade de manter os juros em nível restritivo até que se consolide o processo de desinflação e a ancoragem das expectativas, citando pressões persistentes sobre os preços, especialmente diante do dinamismo observado no mercado de trabalho.
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Nesse contexto, o Banco Central afirmou que a magnitude e a duração do ciclo de queda da Selic serão definidas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às análises. “Essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços ainda dificultam a identificação de tendências claras”, registrou a ata.
A Selic permanece em 15% ao ano, o maior nível em quase duas décadas, desde junho de 2025. Desde então, o Copom realizou cinco reuniões sem alterar a taxa, adotando uma postura considerada cautelosa para garantir o arrefecimento da inflação. Na última decisão, porém, o Banco Central demonstrou maior confiança na estratégia adotada, citando um ambiente de inflação mais controlada e sinais mais evidentes da transmissão da política monetária à economia.
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Eis a íntegra da ata do Copom:
A) Atualização da conjuntura econômica e do cenário do Copom1
1. O ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.
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2. Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores segue apresentando, conforme esperado, trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência.
3. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes seguiram apresentando arrefecimento, mas mantiveram-se acima da meta para a inflação. As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pela pesquisa Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4,0% e 3,8%, respectivamente.
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B) Cenários e análise de riscos
4. O cenário externo ainda segue incerto. Porém, enquanto os riscos de longo prazo se mantêm, as condições recentes sugerem algum arrefecimento na incerteza. Elevações das tensões geopolíticas e seus desdobramentos seguem sendo monitorados, porém no contexto atual os preços das principais commodities permaneceram contidos, e as condições financeiras, favoráveis.
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5. A atividade econômica doméstica manteve trajetória de moderação no crescimento, tal como antecipado pelo Comitê. O Comitê relembra que o arrefecimento da demanda agregada é um elemento essencial do processo de reequilíbrio entre oferta e demanda da economia e convergência da inflação à meta.
6. A moderação e a própria heterogeneidade das trajetórias de crescimento entre diferentes setores e mercados são compatíveis com a política monetária em curso. Mercados mais sensíveis às condições financeiras apresentam maior desaceleração, ao passo que mercados mais sensíveis à renda apresentam maior resiliência. Naturalmente, em momentos de inflexão no ciclo econômico, observam-se sinais mistos advindos de indicadores econômicos ou alguma diferença entre as expectativas e as divulgações. O Comitê segue acompanhando detidamente o mercado de trabalho. No período mais recente, a taxa de desemprego tem se mantido em patamares historicamente baixos enquanto os rendimentos reais médios têm mantido a tendência de elevação acima do crescimento da produtividade do trabalho. O Comitê segue atento ao debate sobre as dimensões corrente e estrutural do mercado de trabalho, enfatizando a necessidade dessa análise para a avaliação dos padrões de transmissão dos níveis de ocupação para os rendimentos do trabalho e, finalmente, para os preços dos diversos setores da economia.
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7. A política fiscal tem um impacto de curto prazo, majoritariamente por meio de estímulo à demanda agregada, e uma dimensão mais estrutural, que tem potencial de afetar a percepção sobre a sustentabilidade da dívida e impactar o prêmio a termo da curva de juros. Uma política fiscal que atue de forma contracíclica e contribua para a redução do prêmio de risco favorece a convergência da inflação à meta. O Comitê reforçou a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade. O Comitê manteve a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê evidenciou, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas.
8. As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes seguiram trajetória de declínio, mas permanecem acima da meta de inflação em todos os horizontes. Foi ressaltado que o custo de desinflação sobre o nível de atividade ao longo do tempo é maior em ambientes com expectativas desancoradas. O Comitê avalia que perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária favorecerão a continuidade desse movimento, importante para a convergência da inflação à meta com menor custo. A principal conclusão obtida, e compartilhada por todos os membros do Comitê, foi a de que, em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado.
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9. As leituras recentes indicam um arrefecimento da inflação que abrange tanto o índice cheio quanto em aberturas e medidas subjacentes. A combinação de um câmbio mais apreciado e um comportamento mais benigno das commodities contribuiu para redução nas inflações de bens industrializados e alimentos. A inflação de serviços também apresentou algum arrefecimento, ainda que mais resiliente, respondendo a um mercado de trabalho que segue dinâmico e a uma atividade que tem apresentado moderação gradual. Mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista por um período bastante prolongado e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada.
10. O Comitê se debruçou então sobre as projeções. No cenário de referência, a trajetória para a taxa de juros é extraída da pesquisa Focus e a taxa de câmbio parte de R$5,35/US$2, evoluindo segundo a paridade do poder de compra (PPC). O preço do petróleo segue aproximadamente a curva futura pelos próximos seis meses e passa a aumentar 2% ao ano posteriormente. Além disso, adota-se a hipótese de bandeira tarifária “amarela” em dezembro de 2026. O Comitê continuará acompanhando os dados para calibrar e refinar os impactos da medida de ampliação da isenção do imposto de renda.
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11. No cenário de referência, as projeções para a inflação acumulada em quatro trimestres para 2026 e para o terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, são, respectivamente, 3,4% e 3,2%.
12. Com relação ao balanço de riscos, avaliou-se que o cenário segue apresentando riscos mais elevados do que o usual tanto de alta quanto de baixa para o cenário de inflação em prazos mais longos, com alguma redução das incertezas concentradas nos horizontes mais próximos. O Comitê avaliou que, entre os riscos de alta para o cenário inflacionário e as expectativas de inflação, destacam-se (i) uma desancoragem das expectativas de inflação por período mais prolongado; (ii) uma maior resiliência na inflação de serviços do que a projetada em função de um hiato do produto mais positivo; e (iii) uma conjunção de políticas econômicas externa e interna que tenham impacto inflacionário maior que o esperado, por exemplo, por meio de uma taxa de câmbio persistentemente mais depreciada. Entre os riscos de baixa, ressaltam-se (i) uma eventual desaceleração da atividade econômica doméstica mais acentuada do que a projetada, tendo impactos sobre o cenário de inflação; (ii) uma desaceleração global mais pronunciada decorrente do choque de comércio e de um cenário de maior incerteza; e (iii) uma redução nos preços das commodities com efeitos desinflacionários.
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C) Discussão sobre a condução da política monetária
13. O Copom passou então à discussão da condução da política monetária, considerando o conjunto de projeções analisado, assim como o balanço de riscos para a inflação prospectiva.
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14. Ao longo de suas últimas reuniões, o Comitê vem alterando sua comunicação para expressar sua percepção sobre o estágio em que a política monetária se encontra, destacando o ganho de confiança que vem se acumulando com o processo de desinflação. Em primeiro lugar, cabe ressaltar a elevação firme da taxa de juros para combater uma deterioração do cenário de inflação. Passado o estágio de elevação, o Comitê interrompeu para avaliar se o nível então corrente da taxa de juros seria suficiente para assegurar a convergência da inflação. Após avaliar que a estratégia em curso, de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado, tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta, o Comitê se aprofundou na discussão sobre calibração da política monetária, no contexto atual de um ambiente de melhora do cenário inflacionário corrente e expectativas de inflação menos distantes da meta, que proporciona maiores evidências sobre a transmissão da política monetária.
15. O Comitê avalia que a condução cautelosa da política monetária tem contribuído para se observar ganhos desinflacionários e, mais uma vez, reafirma o firme compromisso com o mandato do Banco Central de levar a inflação à meta. Após a análise de um amplo conjunto de informações, incluindo a dinâmica recente da inflação e os sinais mais claros de transmissão da política monetária, considerando suas defasagens, o Comitê julgou adequado sinalizar o início de um ciclo de redução da taxa de juros em sua próxima reunião. Ao mesmo tempo, de maneira unânime, o Comitê reafirma a necessidade da manutenção do patamar de juros em níveis restritivos, até que se consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas à meta, dada a resiliência de fatores que pressionam preços tanto correntes quanto esperados, em especial do dinamismo ainda observado no mercado de trabalho.
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16. Mantido o compromisso fundamental de garantia da convergência da inflação à meta dentro do horizonte relevante para a política monetária, o Comitê estabeleceu que a magnitude e a duração do ciclo de distensão monetária serão determinadas ao longo do tempo, à medida que novas informações forem incorporadas às suas análises, permitindo uma avaliação mais precisa. Essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços ainda dificultam a identificação de tendências claras.
D) Decisão de política monetária
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17. O Copom decidiu manter a taxa básica de juros em 15,00% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.
18. O cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. Em ambiente de inflação menor e transmissão da política monetária mais evidentes, a estratégia envolve calibração do nível de juros. O Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, iniciar a flexibilização da política monetária em sua próxima reunião, porém reforça que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. O compromisso com a meta impõe serenidade quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo, que dependerão da evolução de fatores que permitam maior confiança no atingimento da meta para a inflação no horizonte relevante para a condução da política monetária.
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19. Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Gabriel Muricca Galípolo (presidente), Ailton de Aquino Santos, Gilneu Francisco Astolfi Vivan, Izabela Moreira Correa, Nilton José Schneider David, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira.
Tabela 1
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Projeções de inflação no cenário de referência
Variação do IPCA acumulada em quatro trimestres (%)
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| Índice de preços | 2026 | 3º tri 2027 |
|---|---|---|
| IPCA | 3,4 | 3,2 |
| IPCA livres | 3,5 | 3,1 |
| IPCA administrados | 3,0 | 3,3 |
Notas de rodapé
1 A menos de menção explícita em contrário, esta atualização leva em conta as mudanças ocorridas desde a reunião do Copom em dezembro (275ª reunião).
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2 Valor foi obtido pelo procedimento, que passou a ser adotado na 258ª reunião, de arredondar a cotação média da taxa de câmbio observada nos dez dias úteis encerrados no último dia da semana anterior à da reunião do Copom.
Informações da reunião
| Data: 27 e 28/1/2026 |
|---|
| Local: Salas de reuniões do 8º andar (27/1 e 28/1 – manhã) e do 20º andar (28/1 – tarde) do Edifício-sede do Banco Central do Brasil – Brasília – DF |
| Horário de início e de término das sessões: |
| 27/1: 10h09 – 11h29; 14h11– 17h15 |
| 28/1: 10h05– 11h09; 14h30 – 18h30 |
Presentes:
| Membros do Copom |
|---|
| Gabriel Muricca Galípolo – Presidente |
| Ailton de Aquino Santos |
| Gilneu Francisco Astolfi Vivan |
| Izabela Moreira Correa |
| Nilton José Schneider David |
| Paulo Picchetti |
| Rodrigo Alves Teixeira |
| Chefes de Departamento responsáveis por apresentações técnicas (presentes em 27/1 e na manhã de 28/1) | |
|---|---|
| André de Oliveira Amante | Departamento de Operações do Mercado Aberto |
| Euler Pereira Gonçalves de Mello | Departamento de Estudos e Pesquisas (também presente na tarde de 28/1) |
| Fábio Martins Trajano de Arruda | Dep. de Operações Bancárias e de Sistema de Pagamentos |
| Luís Guilherme Siciliano Pontes | Departamento das Reservas Internacionais |
| Marcelo Antonio Thomaz de Aragão | Departamento de Assuntos Internacionais |
| Ricardo Sabbadini | Departamento Econômico |
| Demais participantes (presentes em 27/1 e na manhã de 28/1) | |
|---|---|
| André Maurício Trindade da Rocha | Chefe do Dep. de Monitoramento do Sistema Financeiro |
| Ângelo José Mont’Alverne Duarte | Chefe de Gabinete do Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução (presente na tarde de 27/1) |
| Alexandre de Carvalho | Chefe da Assessoria Econômica do Presidente |
| Arnaldo José Giongo Galvão | Assessor de Imprensa |
| Cristiano de Oliveira Lopes Cozer | Procurador-Geral |
| Edson Broxado de França Teixeira | Chefe de Gabinete do Diretor de Fiscalização |
| Enrico Bezerra Ximenes de Vasconcelos | Secretário Executivo substituto |
| Fernando Alberto G Sampaio C Rocha | Chefe do Departamento de Estatísticas |
| Leonardo Martins Nogueira | Chefe de Gabinete do Diretor de Política Monetária |
| Marcos Ribeiro de Castro | Chefe Adjunto do Departamento de Estudos e Pesquisas |
| Mardilson Fernandes Queiroz | Chefe do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (presente em 28/1) |
| Olavo Lins Romano Pereira | Chefe Adjunto do Departamento de Assuntos Internacionais |
| Renato Jansson Rosek | Consultor do Departamento das Reservas Internacionais |
| Ricardo Eyer Harris | Chefe de Gabinete do Diretor de Regulação |
| Ricardo Franco Moura | Chefe do Departamento de Regulação Prudencial e Cambial |
| Saulo Benchimol Bastos | Chefe de Subunidade no Departamento de Operações Bancárias e de Sistemas de Pagamentos |
| Simone Miranda Burello | Assessora Sênior no Gabinete do Diretor de Política Monetária |
| William Tales Leiria Campo | Chefe Adjunto do Departamento Econômico |
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Fonte: gazetabrasil






