A prisão de Bolsonaro deve gerar convulsão social? Veja o que pensa Haddad


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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta quarta-feira (27) que uma eventual prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não deve provocar convulsão social no país. Para Haddad, o respeito às instituições deve prevalecer em qualquer cenário político.

“O Brasil é uma democracia. Eu não acredito que isso [convulsão social] vai acontecer. Eu não acredito que no Brasil haja espaço para isso. Vai ser muito ruim se houver”, disse Haddad em entrevista ao UOL.

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O ministro comparou a situação à prisão do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e destacou que, durante o período em que Lula esteve detido, jamais presenciou qualquer pedido do ex-presidente para que a população reagisse ou pressionasse a Justiça. “Eu nunca vi o presidente demandar o que quer que fosse que colocasse em risco o devido processo legal. Qualquer tipo de mobilização, de pressão sobre a justiça, de avacalhar os poderes, nada”, afirmou Haddad. Ele acrescentou que realizou mais de 40 visitas a Lula na prisão e que sempre encontrou postura de respeito ao devido processo legal.

O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou para 2 de setembro o início do julgamento do chamado “núcleo 1” da tentativa de golpe de Estado que tentou impedir a posse de Lula em 2022. Bolsonaro é um dos oito réus do processo, que será analisado pela 1ª Turma do STF, responsável por decidir sobre a condenação ou absolvição de cada envolvido e definir eventuais penas. O ex-presidente está em prisão domiciliar desde 4 de agosto, e o ministro Alexandre de Moraes reforçou nesta terça-feira (26) a fiscalização sobre ele.

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Além de comentar a situação de Bolsonaro, Haddad falou sobre outros temas do governo. Sobre as emendas parlamentares, que movimentam mais de R$ 50 bilhões, disse que o modelo é uma “armadilha” legal que só pode ser solucionada pelo Judiciário. Ele explicou que não é possível ao Executivo tornar as emendas não impositivas, já que isso depende de aprovação do próprio Legislativo.

Haddad também se pronunciou sobre a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e classificou a fraude contra aposentados como “grotesca”. “Quem estiver envolvido, do governo anterior, quem for, tem que pagar. Não tem jeito”, declarou.

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O ministro comentou ainda a regulamentação de apostas on-line. Segundo ele, se dependesse dele, teria votado contra a legalização. Haddad fez distinção entre cassinos físicos, mais controlados, e o mercado virtual, “na mão de criança e de todo mundo”. A regulamentação, segundo o ministro, garante a arrecadação de impostos, com cobrança de 18% sobre a renda bruta das plataformas de apostas, cujo recurso será destinado à saúde.

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Fonte: gazetabrasil

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