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O governo federal, por meio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), aprovou nesta quarta-feira (22) uma nova rodada de reajustes e revisões tarifárias que vai impactar cerca de 22,09 milhões de unidades consumidoras em várias regiões do Brasil.
As altas passam a valer imediatamente ou após publicação oficial da agência e foram motivadas principalmente pelo aumento nos custos de transmissão, compra de energia e encargos do setor elétrico.
Os reajustes variam de acordo com cada distribuidora e também conforme o tipo de consumidor — baixa tensão (residências e pequenos comércios) ou alta tensão (indústrias e grandes empresas). Em alguns casos, os aumentos superam 12%, pressionando diretamente o orçamento das famílias e o custo de produção das empresas.
Maiores altas passam de 12%
Entre os destaques, a distribuidora da região de Campinas, a CPFL Paulista, teve o maior reajuste médio aprovado: 12,13%. Para consumidores industriais, o aumento chega a 18,75%, enquanto residências terão alta média de 9,25%.
Em Mato Grosso do Sul, a Energisa Mato Grosso do Sul registrou aumento médio de 12,11%.
A CPFL Santa Cruz teve o maior impacto percentual individual: alta média de 15,12%, com residências enfrentando aumento de até 17,86%.
Bahia tem reajuste menor
Na Bahia, a Neoenergia Coelba teve reajuste médio de 5,85%, com impacto menor para consumidores residenciais, que sentirão aumento médio de 3,93%.
Outros estados também registram aumento
No Ceará, a Enel Ceará teve reajuste médio de 5,78%. No Rio Grande do Norte, a Neoenergia Cosern registrou alta de 5,40%.
Em Mato Grosso, a Energisa Mato Grosso teve aumento médio de 6,86%, e em Sergipe, a Energisa Sergipe também registrou alta de 6,86%.
Pressão volta após ano de estabilidade
O cenário de 2026 marca o retorno da pressão tarifária após um 2025 com reajustes mais baixos ou até reduções em algumas concessões.
A ANEEL afirma que os reajustes seguem critérios técnicos e contratuais, refletindo o equilíbrio econômico-financeiro das distribuidoras e o aumento dos custos do setor elétrico.
Fonte: gazetabrasil






