Toffoli admite participação em empresa ligada a resort e nega conflito em caso Banco Master


Segundo Toffoli, a empresa é familiar, as operações foram feitas a preço de mercado, declaradas à Receita e encerradas antes de ele assumir a relatoria do caso. O ministro negou relação pessoal ou recebimento de valores dos envolvidos.
Por sua vez, os senadores articulam votar o impeachment do ministro Dias Toffoli e negociam apoio do Planalto em troca da indicação de Rodrigo Pacheco ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A movimentação ocorre em meio a pressões políticas e jurídicas: Toffoli já enfrenta um pedido de impeachment ampliado por senadores que citam supostos crimes de responsabilidade e relações patrimoniais da família do ministro com o Banco Master.
A empresa de Toffoli integrou a administração do resort até fevereiro de 2025. O ministro é o relator, na Corte, da investigação sobre as supostas fraudes na tentativa de compra do Master pelo BRB. A Polícia Federal entregou ao presidente do STF, Edson Fachin, o material encontrado no celular de Vorcaro, em que há menções a Toffoli.
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Fonte: sputniknewsbrasil

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