Analista liga ataque à Venezuela ao petróleo e alerta para Cuba e Irã na mira dos EUA


Uma mudança de regime em Cuba “não é irrealista“, mas a ilha “pode estar no fim da linha porque não há valor em recursos naturais em Cuba“, afirmou à Sputnik a pesquisadora sênior de relações internacionais da Universidade de São Paulo, Marsilea Gombata.
Segundo a especialista, que também é professora da Fundação Armando Álvares Penteado, o Irã seria o próximo alvo mais provável dos Estados Unidos.
Quanto ao ataque à Venezuela, além do fato de que “não há evidências de tráfico de fentanil relacionado à Venezuela” e de que as reservas de petróleo do país são claramente a “verdadeira motivação“, a questão mais importante é: “Até que ponto os EUA têm o direito de decidir quem será o presidente de um país?“, questionou Gombata.

Maduro não permitiria que as empresas norte-americanas na Venezuela operassem da maneira que Trump planeja para o curto prazo, e Trump disse que os EUA administrariam o setor petrolífero e o país em uma verdadeira transição política.” Esse era o verdadeiro problema do presidente capturado, resumiu a especialista.

Ativistas de movimentos sociais protestam contra as ameaças dos EUA à Venezuela em frente à embaixada americana em Brasília. Brasil, 12 de dezembro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 04.01.2026

Na madrugada de sábado (3), os militares dos EUA lançaram ataques em larga escala contra alvos na Venezuela, após os quais o presidente do país, Nicolás Maduro, foi sequestrado e levado aos Estados Unidos para ser processado sob alegadas acusações de “narcoterrorismo”.
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Fonte: sputniknewsbrasil

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