As 44 profissões com maior risco de substituição pela IA, segundo novo estudo da OpenAI


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Um relatório da OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, identificou 44 profissões que podem ser substituídas por sistemas avançados de inteligência artificial, aumentando a preocupação sobre a estabilidade e o futuro do emprego em diversos setores.

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O estudo utilizou uma metodologia de comparação cega chamada GDPval, na qual especialistas humanos avaliaram tarefas realizadas tanto por modelos de IA quanto por profissionais, sem saber quem havia produzido cada resultado.

Os avaliadores escolheram a opção que consideravam melhor, permitindo medir de forma objetiva o desempenho das IAs em relação aos trabalhadores humanos em nove setores econômicos essenciais dos Estados Unidos.

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Entre os modelos analisados, o Claude Opus 4.1, da Anthropic, superou profissionais humanos em 47,6% dos casos, enquanto o modelo GPT5-high, da OpenAI, teve 38,8% de sucesso.


Profissões com maior risco de substituição

Entre as 44 ocupações consideradas mais vulneráveis, algumas apresentam taxas de substituição extremamente altas. Os atendentes de balcão e aluguel aparecem como os mais expostos, com 81% das tarefas sendo melhor executadas pela IA.

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Em seguida vêm os gerentes de vendas, superados em 79% das avaliações.

Até mesmo profissões tradicionalmente vistas como altamente humanas, como detetives particulares e investigadores, mostraram grande vulnerabilidade, com 70% de substituição.

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Setores com maior risco de automação

O impacto da IA varia entre os setores, mas o varejo lidera a lista dos mais afetados, com chatbots superando profissionais em 56% das tarefas analisadas.

Logo depois vêm:

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  • Comércio atacadista: 53%
  • Setor público (fiscalização, serviço social etc.): 52%

Outros grupos também aparecem entre os mais vulneráveis:

  • Supervisores de vendas não varejistas: 69%
  • Funcionários de envio e recebimento: 76%
  • Editores: 75%

Em contraste, o setor de informação, que inclui diretores, produtores audiovisuais e jornalistas, mostra maior resistência: até o modelo mais avançado superou humanos em apenas 39% dos casos.


Tarefas em que a IA se saiu melhor que humanos

O relatório da OpenAI destacou tarefas específicas nas quais os modelos de IA apresentaram desempenho superior:

  • Enfermeiras registradas: avaliar imagens de lesões na pele e elaborar relatórios clínicos.
  • Engenheiros de manufatura: criar modelos 3D de carretéis de cabo.

Segundo os avaliadores, em ambos os casos a IA igualou ou superou o trabalho humano. No entanto, a OpenAI ressalta que essas tarefas representam apenas uma fração da complexidade real de cada profissão.


Lista completa das profissões analisadas

Percentual de tarefas em que a IA superou profissionais humanos:

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  • Atendentes de balcão: 81%
  • Gerentes de vendas: 79%
  • Funcionários de envio, recebimento e inventário: 76%
  • Editores: 75%
  • Desenvolvedores de software: 70%
  • Detetives e investigadores privados: 70%
  • Especialistas em compliance: 69%
  • Supervisores de vendas não varejistas: 69%
  • Representantes de vendas (atacado/manufatura): 68%
  • Gerentes gerais de operações: 67%
  • Gerentes de serviços médicos e de saúde: 65%
  • Compradores e agentes de compras: 64%
  • Assessores financeiros pessoais: 64%
  • Gerentes de serviços administrativos: 62%
  • Atendimento ao cliente: 59%
  • Supervisores de vendas no varejo: 59%
  • Supervisores de produção e operações: 58%
  • Enfermeiros especialistas: 56%
  • Corretores de imóveis: 54%
  • Repórteres, analistas de notícias e jornalistas: 53%
  • Gerentes de TI e sistemas: 52%
  • Supervisores de policiais e detetives: 49%
  • Vendedores técnicos/manufatura: 47%
  • Advogados: 46%
  • Especialistas em gestão de projetos: 42%
  • Assistentes sociais: 42%
  • Secretários médicos e assistentes administrativos: 42%
  • Agentes financeiros e de investimentos: 42%
  • Supervisores administrativos: 41%
  • Analistas financeiros: 41%
  • Animadores e recreadores: 37%
  • Enfermeiros: 37%
  • Gerentes de propriedades e condomínios: 34%
  • Gerentes financeiros: 32%
  • Produtores e diretores: 31%
  • Técnicos de áudio e vídeo: 30%
  • Concierges de hotel: 29%
  • Funcionários de processamento de pedidos: 28%
  • Corretores imobiliários: 27%
  • Farmacêuticos: 26%
  • Contadores e auditores: 24%
  • Engenheiros mecânicos: 23%
  • Engenheiros industriais: 17%
  • Editores de cinema e vídeo: 17%

 

Fonte: gazetabrasil

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