Pai é preso por obrigar filhas a produzir vídeos pornográficos no Paraná


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Um caso chocante de abuso sexual e exploração infantil veio à tona nesta quarta-feira (27), com a prisão de um homem de 63 anos em Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, Paraná. O suspeito, pai de duas adolescentes de 13 e 16 anos, é acusado de obrigá-las a produzir vídeos com conteúdo sexual explícito para comercialização. Ele estava foragido desde o dia 21 de agosto e se entregou à polícia após intensa mobilização das autoridades.

A investigação, conduzida pela Polícia Civil do Paraná e coordenada pelo delegado Gabriel Fontana, revelou um esquema criminoso que operava sob a fachada de uma suposta “ordem” ou “célula”, com estrutura semelhante à de uma seita. As adolescentes eram coagidas diariamente a gravar vídeos pornográficos entre si e com terceiros, sob ameaças constantes e metas de produção impostas pelos agenciadores.

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🚨 Denúncia partiu da mãe das vítimas

O caso começou a ser investigado após a mãe das meninas procurar as autoridades. Ela trabalha como operadora de caixa em uma loja e só descobriu o que estava acontecendo quando um dos vídeos foi enviado para sua patroa, acompanhado de uma mensagem que a acusava falsamente de prostituir as próprias filhas em troca de dinheiro.

Segundo o delegado, as adolescentes foram inicialmente contatadas pela internet e inseridas em um grupo que se autodenominava “ordem” ou “célula”. A partir daí, passaram a ser chantageadas por mensagens e áudios enviados por integrantes do esquema, que exigiam a produção diária de conteúdo sexual.

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📂 Mais de 800 arquivos produzidos

As investigações apontam que, ao longo de um ano, foram produzidos mais de 800 arquivos de vídeos com cenas explícitas. Os materiais eram gravados no quarto das meninas, geralmente quando a mãe estava fora de casa. Os agenciadores exigiam até 50 arquivos por dia, em horários variados, incluindo durante a madrugada.

Quando as adolescentes deixavam de enviar os vídeos, as ameaças se intensificavam. Em uma das mensagens, uma pessoa que se identificava como “Oraculum” escreveu: “não adianta pedir clemência”. A mensagem teria sido enviada a mando do líder do grupo, conhecido como “Mestre” ou “Mestre Venerável”, que também gravava áudios com ameaças diretas às vítimas.

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👥 Rede criminosa envolvia familiares e pessoas próximas

Além do pai das adolescentes, outras duas mulheres foram presas na semana passada, incluindo a madrasta das meninas. Segundo a polícia, os suspeitos mantinham contato direto com as vítimas e cobravam a entrega dos materiais. Entre os nomes identificados estão “Kia”, “Oraculum” e o “Ancião”, todos considerados pessoas próximas às adolescentes.

Durante as investigações, foram apreendidos celulares, computadores e outros dispositivos eletrônicos que serão submetidos à perícia. A polícia acredita que o grupo operava uma rede de exploração sexual infantil com ramificações digitais e estrutura organizada, utilizando linguagem de seita para manipular emocionalmente as vítimas.

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⚖️ Crimes investigados

Os envolvidos são investigados por crimes como estupro de vulnerável, produção e divulgação de pornografia infantil, associação criminosa, ameaça e coação. A Justiça já autorizou medidas cautelares, incluindo prisão preventiva e bloqueio de bens.

O delegado Gabriel Fontana destacou que o caso é um dos mais graves já registrados na região e que as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes da rede. “Estamos diante de um esquema que usava manipulação psicológica, violência emocional e estrutura criminosa para explorar sexualmente duas adolescentes. A resposta do Estado será firme e exemplar”, afirmou.

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Fonte: gazetabrasil

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