Kremlin: Rússia e China não têm ambição de dominar o mundo, ao contrário do que afirma o Ocidente


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“Rússia e China não estão procurando governar o mundo inteiro quando implementam seus acordos bilaterais. Sabemos que outros países têm essa tendência”, disse ele ao canal de televisão Rossiya 1.
O funcionário do Kremlin chamou os Estados Unidos de força desestabilizadora e “fonte” de ações provocativas.
O porta-voz acrescentou que as sanções dos EUA à Rússia e a ameaça de sanções secundárias à China tiveram um efeito limitado nos laços entre Moscou e Pequim, mas as perspectivas para elas são positivas, disse o porta-voz do Kremlin.
“É claro que há muitas complicações. As sanções e a ameaça de sanções secundárias tiveram um impacto. Mas sua influência é bastante limitada porque a tendência geral permanece positiva”, observou Peskov.
No início deste mês, o presidente russo, Vladimir Putin, fez um discurso no Fórum Econômico do Oriente enfatizando que o domínio dos EUA na política e na economia está diminuindo, enquanto os países não ocidentais se tornam mais poderosos. Ele observou que esse processo ocorre apesar da “teimosia” das elites ocidentais, que não estão dispostas a “ver e reconhecer a realidade objetiva”.
Presidente russo, Vladimir Putin, durante as negociações com o líder chinês, Xi Jinping, às margens da cúpula da Organização de Cooperação de Xangai em Samarcanda, Uzbequistão, 15 de setembro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 16.09.2022

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